Wednesday, May 17, 2006

Futebol do Distrito tem balanço positivo

A época futebolística 2005/06 chega ao fim. As equipas do Distrito de Viseu nos campeonatos nacionais tiveram uma participação bastante positiva.

Cinfães e Tarouquense desceram aos distritais o que já vem sendo habitual para as equipas, do Distrito, que caiem na série B da 3.ª divisão. Penalva do Castelo e Lamas de Castro Daire foram os clubes que atingiram os seus objectivos atempadamente, fazendo uma época tranquila.

Os pupilos de
Carlos Correia tiveram mesmo a subida de divisão no horizonte. Bastante positiva a época para estes dois clubes.

O Nelas e Tondela não começaram bem a época, mas nunca passaram por grandes sobressaltos, havendo sempre a ideia que estes clubes se manteriam nas divisões que disputam O Sátão foi a última equipa a garantir a permanência. As dificuldades dos satenses são conhecidas e a manutenção é já por si uma vitória.

Nas divisões distritais Santacombadense, Viseu e Benfica e Carvalhais foram as equipas mais fortes. Sérgio Nunes em Santa Comba andou sempre no primeiro lugar, marcando posição desde o início da época.

A subida do Viseu e Benfica é um facto que se saúda. A presença dos viseenses na principal liga do futebol distrital vem alargar as perspectivas de futuro a muitos jovens atletas e volta a trazer ao Fontelo a rivalidade, saudável, entre este clube e os demais do Concelho.

Eduardo Álvaro no Carvalhais conseguiu a subida de divisão numa série sempre difícil e bastante disputada

Desportivamente os resultados são positivos

 

                                Vítor Santos

Posted by Vítor Santos at 19:25:27
Comments

2 Responses to “Futebol do Distrito tem balanço positivo”

  1. Joao Luis Marques says:

    Parabens a todos, em especial ao pequeno grande VISEU BENFICA

  2. conversas na livraria “o futebol português”, qua 24 05 2006 21h
    Em véspera do início do Mundial de Futebol convidámos João Luís Esteves para nos falar do desporto rei;

    “O futebol português apresentou, desde sempre, características muito particulares. O virtuosismo latino e o passe curto, deram-lhe uma certa imagem de beleza mas a quem faltava a objectividade da concretização, os golos, afinal de contas o “sal do futebol”, como é usual dizer-se. As equipas portuguesas, selecção nacional incluída, jogavam muito bem mas não marcavam golos na proporção do jogo produzido, sublinhava a imprensa desportiva.
    Como ex-jogador profissional, muitos anos na função de ponta-de-lança (jogador a quem se pedem golos), sempre achei estranho o porquê de muitos jogadores portugueses serem preteridos na função, relativamente a estrangeiros muitas vezes de qualidade duvidosa.
    Terá sido esta uma das razões pelas quais decidi fazer neste tema a minha investigação conducente à obtenção do grau de Mestre em Ciências do Desporto na Universidade do Porto.
    As coisas mudaram um pouco nos últimos três anos, mas continuamos a verificar que a função de ponta de lança nas equipas dos principais campeonatos portugueses é ocupada maioritariamente por jogadores estrangeiros, sinal de que o tema ainda mantém grande actualidade. Por isso aceitei o convite para falar do assunto, apesar do tempo decorrido.
    Para além disso, e porque conversar sobre futebol é, diz o povo, como “comer cerejas”, este poderá ser apenas o ponto de partida para uma conversa “sem balizas”, transversal a todo um fenómeno que centrará as atenções do mundo inteiro nas próximas semanas.” – João Luis Esteves.

    João Luís Esteves é Mestre em Ciências do Desporto, especialização em Treino de Alto Rendimento Desportivo, pela Faculdade de Ciências do Desporto e da Educação Física da Universidade do Porto. Foi jogador profissional de futebol de 1984 a 1997, tendo representado entre outros emblemas o Sporting Clube de Portugal. É, actualmente, professor na Escola Superior de Educação de Viseu, do Instituto Politécnico de Viseu, e está a preparar o seu doutoramento.

Leave a Reply